No calor, uma opção refrescante certamente são os drinks mais cítricos, com muito gelo picado com rum ou vodca. Em cidade às vezes escaldantes como Rio de Janeiro e mesmo São Paulo dentre as vedetes pode se destacar a Tequila Sunrise, o Mojito e, óbvio, a Caipirinha. Contudo, no inverno, a dica para enfrentar repressão no Occupy Wall Street, ou estar preparado para o Movimento Passe Livre em Sampa, numa noite dessas de quinta-feira você pode usar uma antiga receita finlandesa, o Cocktail Molotov.

O Cocktail Molotov é, sim, considerado uma eficiente arma de combate desde seu uso na Guerra Civil Espanhola e seu nome é uma ironia com Vyacheslav Mikhailovich Molotov, diplomata russo responsável direto por genocídios inteiros na Ucrânia… a really good guy… em troca por sua singela participação na Guerra Invernal, os finlandeses batizaram a garrafinha em sua homenagem. Normalmente relegado ao escalão de arma favelada, o Cocktail Molotov usado com estratégia podia inutilizar até mesmo tanques -jogue um na entrada de ar de um blindado e veja. Mas não tente isso sem a supervisão de um (Sargento) adulto, certo?
Há várias versões do preparado mas se você é do tipo austero ou clássico, você pode sempre contar com a boa mistura de petróleo, álcool e detergente. Em poucas palavras, o detergente confere aderência do combustível na superfície desejada, um pouco do líquido sublima rapidamente e a fagulha faz o resto. Pela facilidade de se preparar em casa, o Cocktail Molotov ainda é popular em guerrilha urbana e saber preparar um deve fazer muito sucesso entre as gatas… no Complexo do Alemão ou Avenida Paulista, por exemplo.
Ok, é mentira. Tentar usar isso só vai te tornar um idiota. Ou um assassino. Ou ambos.

:: Ok, se você tem ao menos um mínimo de interesse no mundo da contra-espionagem, deve ter ouvido falar das reportagens revelando que o Governo dos EUA criou um sistema chamado PRISM que, em poucas palavras, é um dos mais sofisticados programas de vigilãncia eletrônica já criados pela NSA - a gigantesca agência de espionagem americana que cuida deste tipo ação cibernética. A única novidade (para aqueles que não leem meu blog) é que o programa, segundo suas próprias diretrizes, afirma ter ACESSO DIRETO não só a qualquer ligação telefônica celular em território nacional como também a qualquer tipo de informação que esteja nos servidores de algumas empresas que já deve ter ouvido falar:
Microsoft, Yahoo!, Google, Facebook, Paltalk, YouTube, AOL, Skype e Apple.
Caso você não utilize nenhum desses serviços para conversar e armazenar seus dados, fique tranquilo. Caso contrário, a sua única preocupação é tentar se manter fora de qualquer atividade considerada Terrorista. Sim, pois segundo a resposta oficial da Casa Branca sobre o assunto, este programa (dentre outros) são criados para proteger os cidadãos contra inimigos domésticos ou estrangeiros em seu solo. Yeah,… que outro motivo seria?
Mas o fato é que o PRISM pode ser a maior (até agora) invasão de privacidade orquestrada pelas agências de inteligência globais - superando talvez a Russa - contudo não é de longe a única. Se você lê o CovertOps há algum tempo, deve lembrar de uma empresa chamada “Keyhole Inc”. Seus engenheiros criaram um programa que mais tarde seria incorporado a outro produto após a compra de suas instalações por uma empresa mais conhecida - o Google. Caso não conheça, pesquise sobre ela aqui. O programa viria a se chamar “Google Maps/Earth”. Isso mesmo. O que nem todo mundo sabe é que a Keyhole nada mais era do que outra pequena parte de uma venture de tecnologia chamada In-Q-Tel. Nada de mais… se ela não fosse da CIA.

Eu posso refrescar sua memória dizendo que a In-Q-Tel já vem trabalhando em projetos similares ao PRISM há algum tempo, além de empresas contratadas pelos governos para monitorar tudo que você faz na internet. Eu poderia citar a Recorded Future, uma ferramenta criada por uma divisão da In-Q-Tel que busca informações, dizeres, citações, etc. por todas as redes socias e meios de comunicação disponíveis, analisa os dados e monta até gráficos para você poder predizer com boa margem de acerto os acontecimentos mundiais antes de acontecerem. Eventualmente, coisas bizarras acontecem como, por exemplo, a sugestão de o Irã estaria influenciando o movimento Occupy Wall Street. Mas que de modo geral, é um aplicativo interessante.
Aliás, que o “Do Not Evil” Google tem uma relação com a NSA não é novidade nem mesmo para Luiza, que estava no Canadá. E como podemos esquecer do Carrier-IQ, programa que vinha (vem?) pré-instalado em TODOS os celulares com Android e Apple que monitora todos os lugares que você já esteve e transforma isso em padrões de inteligência e enviava (envia?) para servidores nos EUA - mas que as empresas diziam que não faziam nada com estes dados, coletam só por coletar? Não me deixem nem mesmo falar das CCTVs…
Todas as empresas envolvidas já soltaram textos dizendo que (1) desconhecem o tal PRISM, (2) que é um absurdo dizer que o governo tem acesso aos dados de seus clientes ou (3) mesmo minimizam o impacto das reportagens investigativas teriam no dia-a-dia dos cidadãos uma vez que, segundo a lei, mesmo que eles estejam coletando tudo e qualquer coisa que coloquem as mãos pelos grampos digitais, Barack Obama só teria acesso a isso através de ordens judiciais e todo o material permaneceria intocado sem elas. Há até quem diga que todo este esforço é para o próprio bem da população.
Entretanto, num mundo onde governos usam de métodos ilegais para pressionar, manipular e calar a boca de jornalistas como no desprezível caso da Associated Press… você confiaria na palavra de escoteiro do atual Presidente dos EUA na questão? Porque se existem algumas coisas que ficaram de fora da discussão são:
- Qual foi a última vez que você ouviu falar de terroristas dicutindo ações no celular abertamente?
- Os únicos bandidos que falam dos seus esquemas no celular são traficantes, banqueiros e políticos (na certeza da impunidade).
- Qual jornalista irá bater de frente contra um governo que tem acesso à informações que podem provar que ele é um homossexual ainda não assumido, um adúltero que transa com a mulher do irmão ou… bem, você pode imaginar todos os “pecadilhos sociais” que podem arrasar uma vida ou uma carreira.
Não seria mais honesto assumir que isso é apenas mais um dos métodos de espionagem que não visa proteger outros do inimigo mas, sim, ter ferramentas para combater quem se oponha ao Governo em questões moralmente questionáveis? Pergunte a um repórter da AP. E nem adianta usar o argumento que o orçamento para esse sistema seria contraproducente. Segundo fontes, ele custaria 20 MILHÕES de dólares, o que parece um absurdo. Mas, parafraseando um ex-espião do Mossad cujo nome não interessa: “no mundo da inteligência governamental, por 20 milhões não justificam nem sair de casa pela manhã.”
Ou seja, o PRISM é BBB dos sonhos: Bom, Bonito e Barato.
E, sim, a piada com o Big Brother Brasil foi intencional…
:: Dois jovens assistem uma Maratona e são suspeitos de usar explosivos improvisados para matar 3 pessoas e ferindo outras 183 (com 14 amputações). Seus nomes são Tamerlan e Dzhokhar Tsarnaev, irmãos de linhagem (paterna) chechena cuja família emigrou para os EUA em 2002. Os motivos para a atrocidade são desconhecidos e a investigação terminou com o mais velho morto em circunstâncias estranhas e o mais novo capturado mas gravemente ferido depois de uma cidade ter sofrido “lockdown”. Hm, será só isso mesmo?

Segundo algumas mídias (porque ninguém realmente sabe) os jovens seriam militantes para a causa chechena. A Chechênia é uma daquelas repúblicas da Federação Russa que ninguém reconhece a independência e a Rússia senta o cacete neles desde sempre por isso. Até ai tudo bem, se os próprios americanos não fossem os grandes amigos e banqueiros do separatismo checheno. Atingir o seu aliado não seria só contraproducente - como também incrivelmente estúpido. Mas sigamos esse raciocínio.
Durante a prova, uma equipe paramilitar da CST, unidade contraterrorista com ênfase em Nova York mas com atividades em outras cidades e que age em conjunto com a Craft International, foi avistada no local e, segundo uma notícia que foi ORDENADA A SER REMOVIDA do jornal Boston Globe, estava num suposto “treinamento” antiterrorista no local procurando por explosivos, equipamento antirradiação, o pacote completo. Por ~sorte~ a equipe se retirou momentos ANTES da explosão e ninguém (da Craft/CST) ficou ferido. Poderia ser útil uma palavra sobre o que estava acontecendo com eles mas TODA a mídia tradicional americana tem ordem direta do FBI para nunca sequer mencionar que eles existem, que estavam lá e perguntar o que estavam fazendo. Não podem NEM MESMO postar fotos dos operativos ou mencionar a Craft de maneira inquisidora - sim, até o fechamento deste post, para efeitos práticos, eles são intocáveis.
Duas explosões, com 13 segundos de diferença. Pânico, morte, etc. e a única real evidência (até agora) que os irmãos Tsarnaev cometeram o crime é baseada em fotos dos dois caminhando pelo local. Não há testemunhas que possam afirmar que eles deixaram mochilas no local, nada tangível. Ah, mas existe um perfil - eles são muçulmanos, apareceram online com tendências que o FBI considera extremistas e um dos irmãos viajou até a Rússia em uma oportunidade. Considere que a Rússia teria avisado ao próprio FBI que Tamerlan seria ligado a milícias terroristas mas que em seus contatos futuros e entrevistas o bureau considerou que não havia nada ali para ameaçar os EUA e ai você pode ter uma narrativa interessante.
Porque o FBI usa o que se chama de “Sting Operations” nas quais INSTIGAM desavisados com tendências extremistas a cometerem atos de violência, fornecem até mesmo BOMBAS para os infelizes e depois os PRENDEM em FLAGRANTE. Se duvida, pergunte ao “Terrorista do Pentágono”, ao “Terrorista da Árvore de Natal” ou mesmo ao “Retardado de Washington”. Não é justo pensar que cedo ou tarde essa tática poderia sair de controle e dar merda? A não ser que eles não fossem simples desavisados mas, sim, algo mais sinistro. Certamente é curioso que depois de assumir que “vem investigado células dormentes de terrorismo ligadas aos irmãos Tsarnaev” o FBI continua insistindo que os dois agiram sozinhos (como sempre) e apontando sua própria incompetência já que os monitorava por anos a fio. Também faz pensar que o DEBKAFile (site PUBLICAMENTE conhecido como braço de mídia do Mossad, serviço secreto de Israel) afirme que os garotos foram “CONTRATADOS” pelos EUA para penetrar células wahhabitas e agir como agentes duplos com ajuda financeira SAUDITA. Combina perfeitamente com relatos de que o tio deles, Ruslan Tsarni, envolvido com uma investigação criminal internacional, seria na verdade um “asset” da Agência de Inteligência posicionado em petrolíferas. Aliás, falando nos Sauditas, esta ajuda teria vindo através da conexão com Abdulrahman Ali Alharbi, que apesar de suspeito na investigação está sendo RAPIDAMENTE DEPORTADO de volta pelas autoridades para nunca mais voltar. Curiosamente, Alharbi tem DIVERSAS conexões com a Al-Qaeda mas isso não parece importante o suficiente para o FBI.
Tantos ângulos da questão, tantas perguntas sem respostas.
Ao invés disso, a narrativa sendo montada por enquanto conta que Tamerlan e Dzhokhar planejaram sozinhos o ataque (sem ajuda de quaisquer dos seus amigos chechenos) e que apesar do total sucesso esqueceram de considerar um plano de fuga (não vamos tão longe quanto passaportes falsos, mas pelo menos uma grana para emergências) que os fez ir pra casa e viverem suas vidas como se o FBI nunca fosse bater em suas portas e dar no pé somente quando magicamente suas identidades foram liberadas para a TV já como os perpetradores do atendado os que os forçou tentar a sorte assaltando um “7/11” por trocados, roubar um carro (e, aproveitando, gabarem-se de ser os “Terroristas da Maratona” antes de poupar a vida do motorista) se meterem numa caçada que terminou com a morte de Tamerlan em circunstâncias esquisitas e a captura de Dzhokhar em estado delicado e desaguará num julgamento que será SELADO e VETADO ao público.

Eles provavelmente devem ter razão… seria LOUCO DEMAIS demais pensar que - apenas como hipótese! - que os Irmãos Tsarnaev tenham sido recrutados pela CIA como tantas vezes já aconteceu no passado para se infiltrar em células terroristas do Cáucaso (o que chamou a atenção da Rússia e resultou num teatrinho da parte do FBI) e eventualmente pressionados pelos seus “Handlers” a participar do tal “treinamento contraterrorista” (que não se pode mais mencionar), ordenados a deixar as mochilas em certo local numa certa hora como parte de um exercício monitorado pela CRAFT INTERNATIONAL (ou seja, profissionalmente orquestrado para ser amador e no estilo Al-Qaeda de ser), a princípio inertes que se mostraram na verdade destrutivas e letais, imediatamente traídos e jogados aos lobos como bodes espiatórios, mas se mostrando tão dificeis de capturar com a simplicidade esperada que TODA UMA CIDADE foi trancada pela Guarda Nacional para pegar um adolescente.
É, seria loucura pensar em todo esse trabalho só para, digamos, tomar mais e mais liberdades, justificar continuadas investidas contra a “Terroristas” no Oriente-Médio e Eurasia e transformar uma Democracia numa Tirania não só esperada pelo povo com saudações como amada por aqueles que oprime.
Enfim, é mais fácil acreditar que os Tsarnaevs apenas fizeram o atentado como protesto contra as Guerras do Afeganistão e Iraque. E evitar ser chamado de “teórico da conspiração”. Ok, eu já fui chamado de coisa bem pior.
:: Então, depois que a Operação Gladio se cansou dos ultranacionalistas, até mesmo como aquele nosso amigo Abdullah Çatli, alguns estrategistas resolveram partir para o plano B - o que inclui gente muito mais fácil de manipular como Fundamentalistas Islâmicos. Mas nem sempre pode ser gente da estirpe de, bom, daqueles caras. Às vezes, precisamos de uma face confiável. Assim escolhemos um cavalheiro de nome Fethullah Gullen.

Gullen costumava ser considerado pelo governo turco nos anos 90 como inimigo, porque sua visão para o país estava menos para secularismo e mais para “nação islâmica”. Então o regime militar da época quis colocá-lo na cadeia, o taxou de Terrorista e outras coisas simpáticas. Entretanto, de alguma forma Fethullah Gullen conseguiu escapar (num Gulfstream, like a boss) para o que ele chama de um “auto-exílio”. Yeah, right.
Pois assim como Çatli, Gullen não escolheu exatamente um país mais tradicional ou ao menos uma cidade com um bonito litoral - pousou diretamente nos Estados Unidos da América, mais especificamente na capital. O que nos faz pensar o que um líder muçulmano proscrito num país aliado estaria fazendo no “Grande Satã”. Aliás, ele gostou tanto do lugar que o acolheu que o adotou definitivamente como lar onde o governo lhe deu uma casa luxuosa, cidadania e meios para se sustentar. E quando eu digo “meios para se sustentar” eu quis dizer mais especificamente uma FUNDAÇÃO que abriu em apenas 4 anos 320 madrassas e mesquitas mundo afora e que valem hoje mais ou menos 20 BILHÕES DE DÓLARES. O que é um valor considerável, certo?
Como ninguém sabe de onde veio toda essa grana, alguém pensou em perguntar. Fethullah Gullen respondeu que eram doações de “cidadãos turcos de bom coração”. Você sabe, tipo Valdomiro, JR Soares e afins. O curioso é, como analisado pela fonte de onde tirei essas informações, a Turquia sozinha não consegue coletar essa quantia em impostos. Mas o dinheiro é apenas um detalhe. A minha parte favorita vem agora.
Pois para ensinar o Islamismo por muitos países planeta afora é praticamente mandatório o ensino de inglês em suas escolas. Todas as escolas tem os cursos e, para lecionar estas disciplinas a Instituição, são enviados para TODAS as unidades Professores de Inglês com “um plus a mais” - Passaportes Diplomáticos. Sim, uma das mais poderosas ferramentas de espionagem é dada a simples docentes para (de acordo com a explicação) se protegerem dos perigos nas regiões onde são enviados. Tipo o Japão, esse país de fundamentalistas islâmicos.
Você poderia chamar de paranóia, se já não tivesse sido descoberta a ligação de Instituto Gullen com a Agência Central de Inteligência. Por mais de uma fonte. Desde então, tem ficado difícil acobertar os caras.
E, como de repente, a organização de Fethullah Gullen parece estar em todo lugar, sua posição como pointman do Plano B da Operação Gladio pode estar ameaçada. O que pode significar que em breve nunca mais ouviremos seu nome (abafamento do caso) na mídia ou leremos apenas mais uma vez - quando, de repente, contrair um câncer ou sofrer um ataque cardíaco. Se bem que suicídio ainda está na moda (1, 2, 3, 4, 5, 6, …)
:: Era uma vez os Lobos Cinzentos. Um desses grupos que se diverte com o que a vida tem de melhor - tráfico de drogas, terrorismo, extorsão e aproximadamente 600 assassinatos durante toda sua existência. Entretanto, dentre todos esses exemplos de retidão e caráter um homem ainda conseguiu se destacar: Abdullah Çatli.

Pode se dizer que se Çatli tivesse um perfil no LinkedIn, ele teria muito trabalho para resumir todos os seus pontos fortes. De execução de membros do PKK (Kurdistan Workers Party), donos de jornal esquerda, participação na tentativa de matar o Papa João Paulo II eu acho que NADA foi tão especial quanto seu protagonismo na Operação Gladio. Sim, aquela operação da OTAN para cometer falsos atos de terrorismo.
Abdullah Çatli era tão bom no seu trabalho que ganhou a honra de ser um dos mais procurados pela INTERPOL, obviamente proscrito em seu país de origem, que sua eficiência chamou a atenção de gente mais graúda do que os Lobos Cinzentos. E por isso, quando foi pago em heroína pelo serviço secreto turco por um freelance, e subsequentemente preso por tráfico de drogas em Paris, acabou indo parar numa prisão suiça condenado a muitos anos de reclusão. OU SEJA, o antigo método de recrutamento para “Black Ops”, cujo argumento é até simples - faça uma grana trabalhando só para nós sendo nosso sociopata ou apodreça ai.
Provavelmente Çatli deve ter gostado do plano dental oferecido pelos Gladios porque pouco tempo depois ele imitou o traficante Escadinha e fugiu da prisão DE HELICÓPTERO. Vou repetir e ser mais específico, porque parece vagamente importante: Escapou. De uma Prisão de Segurança Máxima. De Helicóptero. Registrado como sendo da OTAN. Ou como o relatório gosta de chamar - “circunstâncias misteriosas”.
Ok, agora que você fugiu de prisão e é melhor se esconder da Interpol. Para onde você vai… ahn… Paquistão? Cuba? Bora Bora? Evidências sugerem que Çatli não curtia muito sol porque escolheu o Reino Unido para relaxar. De fato, ele gostou TANTO do país que a Inglaterra lhe concedeu CIDADANIA em menos um ano. Agora tendo um passaporte britânico. E vocês com medo de ir pra Londres e serem barrados na alfândega.
Aliás, era tão fácil conseguir cidadania pra ele que pouco tempo depois foi passar as férias em Chicago e os EUA resolveram que já que Çatli tinha um passaporte inglês - oras! - por que não dar um Green Card pra ele? Pronto, de uma hora para outra um dos mais perigosos homens do mundo - nos anos 90 - era Turco, Inglês e Americano ao mesmo tempo. E você ficou na fila 6 meses pra pegar um visto de turista.
Assim que as férias acabaram, Abdullah Çatli tinha muito trabalho a fazer. Viajou de volta à Turquia, continuou fazendo amigos e influenciando pessoas até receber uma tarefa especial - sair de Chicago para o Azerbaijão convencer o Heydar Aliyev (casca grossa da KGB, e depois Presidente do país) a desligar o Azerbaijão da Rússia e se tornar “um dos nossos”. A princípio, a proposta foi recusada. Então o turco-anglo-americano mudou de tática. Trouxe seus amigos do crime organizado da Turquia que foram libertados pelos turcos para, assim como ele, servirem a pátria que abriram empreendimentos como grandes cassinos (?) com uma especial linha crédito para pessoas próximas a Aliyev. Desnecessário dizer que impagáveis dívidas foram adquiridas pelos amigos e família de Heydar. Assim Çatli, através dos mafiosos, passou a ameaçar a todos de morte. Para provar sua disposição chegou até a montar uma “frustrada” tentativa de assassinato de Aliyev. Não podemos dizer se funcionou mas DESDE ENTÃO Heydar simplesmente mudou de posição (que os analistas chamam de “sua reinvenção”) e de lá pra cá (1996) o Azerbaijão se tornou um membro da OTAN, tem bases militares e deixou de adquirir 25 milhões em armamento para US$2,5 BILHÕES em compras.
Com mais um cliente satisfeito, Çatli voltou a Chicago, viajou para China para fazer o mesmo com Sinkyang (região chinesa de população majoritariamente islâmica) ou como os turcos a chamam - TURQUESTÃO. E poderia ter conseguido se um acidente de carro num passeio na Turquia não tivesse frustrado os planos.

Abdullah Çatli e sua história poderiam ter acabado ai… se a inteligência e a mídia controlada pelo governo tivessem chegado antes dos investigadores e repórteres locais que ficaram muito impressionados de descobrir que no mesmo carro de um dos homens mais procurados pela Interpol estavam seus passaportes diplomáticos do ocidente, e junto com ele o equivalente ao Secretário de Segurança turco e um Membro do Parlamento Turco. Ah, e uma Miss Turca, mas qual dos três estava comendo pegando com ela ainda é um mistério.
Isso foi o estopim para o “Escândalo Susurluk” onde TODA essa imensa bola de esterco foi rolando e respingando em todo o governo. Prisões, vazamento de informações sigilosas, revelações que a Turquia gerenciava o tráfico de drogas e executava cidadãos usando os terroristas dos Lobos Cinzentos, etc. Alguns mafiosos que ajudaram foram assassinados, outros voltaram pra cadeia, uns viraram mercenários. E quando começou a ser descoberto que tudo isso poderia ter sido ordenado nas sombras pela OTAN? Nunca se viu tantos diplomatas e espiões (americanos inclusive) cujos nomes eu não vou mencionar fugindo sendo transferidos do país.
O braço turco da Gladio tinha sido ferido. Mas o Gladio nunca foi apenas sobre ultra-nacionalistas. Gladio já tinha um Plano B… o fundamentalismo islâmico. Como o cara que atendia pelo nome de Tim Osman.
O que nos leva ao próximo turco… Fethullah Gulen. Num outro dia.

:: “Olha o tamanho da pica que botaram na minha mão!” - parecia dizer o General David Petraeus quando assumiu o cargo de todo-poderoso da Agência Central de Inteligência americana. Agora, depois de apenas 1 ano e meio na função o pobre militar pediu as contas por conta de dois eventos (que podem estar relacionados ou não, depende de pra quem você pergunta): a descoberta do seu caso extraconjugal com Paula Broadwell que deveria ser apenas sua biógrafa e a investigação do atentado de 11 de Setembro. Não aquele, o outro que matou o Embaixador Stevens em circunstâncias estranhas e quase custou a reeleição de Obama.
Mas isso tudo não é o mais interessante pra mim. Se me perguntar, eu gostei de saber que um Militar experiente e Chefe da maior máquina de espionagem mundial ainda usou para se comunicar com sua amante um dos truques mais velhos usados não só por operativos de inteligência como também por terroristas, em especial do Oriente-Médio: os Rascunhos de E-Mail. É mais ou menos assim que a coisa funciona:
Não importa quão bem aparelhadas as agências militares ou civis de vigilância sejam, se você NÃO ENVIAR o seu e-mail, eles não são capazes de rastrear. Então, se eu juntar as palavras “Presidente”, “Ataque”, “Al-Qaeda” neste texto você PODE APOSTAR, ele vai parar em algum computador em algum lugar do mundo para análise porque foi pego numa triagem. Porque estas palavras viajaram por uma rede que certamente cruzou com um ponto rastreável antes de chegar nos servidores do blog. Mas se ele NÃO SAI da caixa de e-mail não pode ser interceptado. Ainda.
Sendo assim, tudo que dois terroristas, um espião e sua fonte ou um General Americano e sua Amante tem que fazer para se comunicar por e-mail (e muitas vezes é necessário) é compartilhar a senha de um mesmo endereço, tipo davidlovespaulaARROBAgmailPONTOcom, escrever sua carta de amor secreta e SALVAR COMO RASCUNHO. A outra pessoa acessa um tempo depois e lê. Juro, isso é o agentes secretos fazem.
Entretanto, eu podia jurar que um cara de sua hierarquia teria AO MENOS um aparato mais sofisticado à sua disposição. Pelo visto, é um milagre que não tenham descoberto mensagens suas no Facebook. Eu teria pedido minha demissão não por ter fodido tudo em Benghazi - mas só por essa humilhação.

:: É necessário dizer que a Al-Qaeda - ao menos, o grupo que recebe esse nome - não é a única organização que nasceu do apoio político, suporte moral e financeiro do ocidente (em especial o Britânico e Americano). Estão ai a FSA na Síria e a LFIG da Líbia que não me deixam mentir. Para não mencionar polícias secretas treinadas (até mesmo por Israel) que hoje mordem a mão que as alimentou. No momento, a mais interessante é a que está no poder no Egito chamada “Irmandade Muçulmana”.
Se você lê meu blog é possível que tenha topado com as notícias sobre Mohamed Morsi, Presidente eleito democraticamente, que resolveu se tornar - nas palavras do jornalista Gustavo Chacra - um “Chavez Islâmico” com a criação de uma nova constituição que amplia consideravelmente seus poderes e reduz direitos alheios. Não foi a mesma coisa que aconteceu na Líbia após a tomada de poder dos rebeldes, instalar a Sharia? A atitude em nada me surpreende, o grande ruído dessa vez certamente. O que esperar de um líder que é a frente de um grupo cujos filhotes tem nomes conhecidos nos círculos terroristas (Hamas, Al-Qaeda, etc) e que, se formos acreditar no que está escrito, pode ter alguma participação no 11 de Setembro?
Num brevíssimo resumo a Irmandade Muçulmana nasceu em 1928, fundada por um cavalheiro chamado Hassan al-Banna com o simples propósito de “purificar o Islã”. Isso significa dentre outras coisas lutar o “Grande Jihad”, como mencionado em um memorando chamado “Explanatory Memorandum on the General Strategic Goal for the Brotherhood in North America” que diz:
“Um dos objetivos […] é eliminar e destruir a civilização ocidental por dentro e sabotar sua Casa usando suas próprias mãos.“
- me parece uma ata pacífica e cujo objetivo é espalhar o amor a oeste do Meridiano de Greenwich.
E parece estar dando certo já que uma considerável parte da ajuda recebida REALMENTE vem de canais incomuns oriundos do Ocidente. Por seu caráter anti-comunista, a Irmandade Muçulmana a CIA começaram um affair pelos idos de 1955, quando os americanos procuravam um aliado no mundo islâmico e a organização, à época, foi a melhor coisa que puderam encontrar.
Com os anos, de acordo com certos autores, assim como a Al-Qaeda, a Irmandade foi outro mecanismo de fomento de radicalização islâmica com o intuito de combater movimentos seculares MAS que poderiam eventualmente se unir à União Soviética. Ainda segundo alguns relatórios Israel cooperou com a IM, os Britânicos cooperaram e - claro! - os americanos também todas as vezes que lhes foi conveniente.
E, gêmeo ao que aconteceu com o fundamentalismo que gerou o Taliban, hoje todos enfrentam as consequências desta visão imediatista - com um diferencial: a Irmandade Muçulmana civilizou-se e tornou-se politicamente mais inteligente que suas organizações parentes. Por exemplo, a IM esteve por trás da ascensão dos Aiatolás no Irã em 1979. Ajudou a derrubar os aliados dos EUA no Egito (Mubarak e Suleiman, regiamente sustentados pela CIA) e… como se diz “y otras cositas mas” em árabe?
Talvez por isso, desde então, a relação EUA-IM virou um caso escondido, uma pegação aqui e ali até a Era Bush quando o então POTUS pediu ao Conselho Nacional de Inteligência que o líder da Irmandade no Iraque forjasse laços mais estáveis com o Primeiro-Ministro do país com o objetivo de se unirem contra este cavalheiro.
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Quando Obama (acredito que já ouviram falar dele. É aquele americano tão bem empregado nos EUA) se elegeu essa relação estranha continuou tênue mas rastreável pois já durante sua campanha um de seus principais homens de ligação com os eleitores islâmicos, um advogado de nome Mazen Asbahi, levantou algumas questões por sua filiação com grupos radicais entro da IM que visavam o tal “Grande Jihad”.
Se ainda é pouco, Barack Obama tinha entre seus amigos um mafioso chamado Tony Rezko qua quando não estava por ai sendo condenado por corrupção e estelionato e/ou arrecadando dinheiro para a campanha de Barack, o empresário de origem síria confraternizava com amigos pessoais e facilitadores de seus negócios - Talat Othman e Yaqub Mirza, cujos negócios seguem os 6 graus de separação que os conectam à Irmandade Muçulmana através de uma empresa de fachada chamada Al-Taqwa. Uma salada de árabes seguidores do nazismo, wahhabitas, etc. Tudo muito circunstancial, mas de uma coincidência interessante.
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No filme “Quantum of Solace“ operativos de inteligência dizem que se fossemos negociar apenas com boas pessoas não sobraria ninguém ai pra fazer transações de negócios. Mas, como minha mãe diz, quem brinca com criança acorda mijado e quem anda com porcos logo farelo estará comendo.

:: Você provavelmente pouco sabe da Jordânia. Seu governo é até relativamente low-profile e a principal porta-voz é uma (suposta) defensora de um islã mais moderno chamada Rania. Ok, mentira, ela se chama RAINHA RANIA DA JORDÂNIA mas quem liga para estas formalidades, não? Enfim, ela é casada com Rei Abdullah.
Mesmo correndo risco de ser derrubado do trono da Jordânia (o que seria péssimo para o ocidente já que seu serviço secreto é um dos mais eficientes do Oriente Médio) ele ainda tem importante papel no grande esquema das coisas. Estão ai os filmes de hollywood feitos lá… e o recente pedido de Israel (“por favorzinho”) para usar seu território para (novamente) atacar a Síria. Aliás, o motivo seriam armas de destruição em massa, alegações que, como sempre, até mesmo as mais respeitáveis publicações caem. Tipo, ahn, no Iraque?
De qualquer forma… o Rei Abdullah disse não, pois acha que isso poderia deteriorar sua imagem e que não é exatamente o momento certo. Agora me responde - além de alguns dizerem que ele curte uma cachaça (o que seria pecado), permitir ser filmado num episódio de Star Trek e deixar que 10000 LÍBIOS TREINASSEM SOB A TUTELA dos britânicos e qataris para atacar a Síria… o que resta desta combalida reputação?
:: Não faz tanto tempo assim eu comentava sobre o efeito que as Redes Sociais teriam na comunidade de inteligência, especialmente com o avanço da internet. Lembro como se fosse 2011:
“Ok, vamos imaginar que eu fiz contato com um traficante de drogas. Ou fiz amizade com um terrorista alojado em uma mesquita britânica. Vamos supor que eu seja um policial infiltrado numa gangue de Los Angeles. Meu nome é falso, meus parentes são desconhecidos e todo meu background e documentação são forjados. Eu seria o espião perfeito, se não fosse por um detalhe – eu não tenho Facebook.”
Desde então, espiões tem cortado um dobrado usando contas falsas pré-fabricadas por seus governos mas também usado a seu favor para distribuir desinformação como se não houvesse amanhã. Mas sabem como é o ser humano - sempre inventando novas formas de fazer alguma coisa estúpida. Até mesmo gente altamente treinada.
Enquanto agências simplesmente não conseguem evitar que seus operativos (e membros de alto escalão governamental) PAREM de compartilhar informações que podem comprometer a “Segurança Nacional” outras tiram partido disso, como os EUA hackeando o governo da França. E tem aqueles serviços de informação cujo processo de admissão parece não requerer mais do que o ensino fundamental como o Sûreté de l’État belga.
Segundo o relatório do Die Stardaard, diversos agentes de segurança governamental da Bélgica propositalmente compartilharam, praticamente com letras em néon, “HEY, EU SOU UM AGENTE SECRETO” em seus perfis do LINKEDIN (Beexo.. LINKEDIN, tá ligado?). Isso pode ter aumentado o street credibility dos mesmos online mas automaticamente os tornou expostos a todo tipo vigilância e, se na melhor das hipóteses, suas demissões.
Quem diria que, no fim das contas, ser um espião pode pegar mal no Curriculum Vitae?
… porque estou impedido de acessar o blog do trabalho e à noite eu tenho que me preocupar com Matemática, Física, Geografia, etc. E ainda fazer olhares de reprovação para pequenos escorregões dos meus professores em Geopolítica quando o assunto é Oriente Médio e Terrorismo. Então, no momento só tenho tempo pro Twitter.
Um dia eu volto. Mas por enquanto, acompanhem o desenrolar do (não muito) glamouroso mundo da espionagem, armamento, terrorismo, intriga internacional e intermináveis tiradas de mau humor em @MBSjnr.

:: Eu sei que você deve ter lido a respeito enquanto prestava atenção no assassinato da elite militar na Síria pela FSA… um ônibus na Bulgária explodiu matando uma quantidade inexata de turistas israelenses.
Israel culpou o Hezb’Allah, o Irã, alguns jornalistas noticiaram que o culpado foi um homem-bomba que teria saido de Guantanamo, tantas versões diferentes que já há pessoas sérias desconfiando da Débora Falabela.
Well… sabendo agora que as investigações estão considerando a possibilidade de ter sido um ataque da Al-Qaeda… e sabendo que a Al-Qaeda estranhamente nunca bateu de FRENTE com Israel… e que algumas células que chamamos de Al-Qaeda na verdade são CIA + Mossad + MI6 + ISI Paquistanês… seria difícil imaginar que na verdade o PRÓPRIO MOSSAD explodiu um ônibus que, aliás, estava vazio?
Tentem imaginar o que aconteceria se TERRORISTAS AMERICANOS dentro de NOVA YORK dessem bobeira no Queens tremulando uma bandeira igual a essa - da ARÁBIA SAUDITA? Isso ia ter final feliz?
Aparentemente a FSA já perdeu a porra da vergonha na cara…
:: Não faz tanto tempo assim desde a última vez que eu mencionei o Facebook e o Twitter como novas fronteiras a serem conquistadas no mundo da intriga e espionagem internacional. Por exemplo, de nada adianta ter um execelente disfarce no submundo - contatos com traficantes de drogas, amizades com um terrorista alojado em uma mesquita britânica ou ser um policial infiltrado numa gangue de Los Angeles com nome falso, parentes desconhecidos e todo um background e documentação – se não tenho um perfil no Facebook.
Talvez por isso a In-Q-Tel, empresa notoriamente conhecida como centro de pesquisa e desenvolvimento da CIA ter tanto interesse, conversas e participações em grandes empresas de redes sociais e comunicação online. Entretanto, temos que dar o braço a torcer, quando você pensa que os serviços de inteligência americanos já nos ofereceram tudo em matéria de PsyOps, sempre descobrimos que a criatividade deles não encontra limites.
Com a ajuda de uma empresa californiana, a inteligência militar dos EUA administra uma vasta rede PERSONAS FALSAS, cerca de uma dezena para cada operador, para fazer PROPAGANDA pro-EUA mundo afora. Até onde se sabe, a “Ntrepid”, só executa esse tipo de operação em árabe, farsi e urdu pois seria considerado inadequado (e contra a lei) fazê-lo em inglês e para uma audiência americana. Muita consideração da parte deles ou é apenas invejinha da INSPIRE, uma espécie de a “Revista VEJA da Al-Qaeda”?
Seja como for, faz pensar: se eles são capazes de contratar uma empresa de tecnologia para forjar debates a favor do país… o que eles são capazes quando o objetivo é difamar outro? hmmmmm, onde já vimos isso antes…
:: Eu podia dizer que passei por poucas e boas em black sites da Síria sendo torturado pelo Mukabharat e, por isso, novos posts não sairam.
Infelizmente, a verdade é mais entediante — curso, estudos, simulados e afins tem tomado meu tempo. E a internet no trabalho, well, vamos dizer apenas que esta nota está sendo escrita do iphone.
A boa notícia é que as férias estão chegando e, sendo assim, aguardem novas bombas a partir da semana que vem. Agentes da CIA a serviço da Máfia na América, Mossad X Hamas (round 2), Etc.
Até semana que vem, então?¿
:: Não pensem que eu não notei que a Turquia tentou usar a derrubada de seu avião como causa bellis e tragar a OTAN para o conflito na Síria. Se eles não estão negando que o avião foi encontrado em água sírias, boa sorte em convencer o Conselho de Segurança (na verdade, China e Rússia).
:: Mas se alguém sabe o que Vladimir Putin REALMENTE foi fazer em Israel hoje, não está contando. Aparentemente, foi discutir Síria e Irã. O que me lembra que poucos dias antes da OTAN baixar o Martelo de Thor na Líbia um representante da China esteve nos EUA para um papinho. Acho que Netanyahu vai tentar comprar a leniência russa ou Putin pode apelar para Bibi intervir com os EUA sobre o assunto.
:: Mais alguém ficou CHOCADO com a REVELAÇÃO da CIA de estar ajudando turcos e sauditas a contrabandear ARMAS para os mesmos caras que estão massacrando vilarejos e botando a culpa em Bashar Assad? Depois ninguém reclame da FSA jogar aviões na Estátua da Liberdade um dia.